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sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
FELIZ ANO NOVO PARA TODOS OS AMIGOS!!!!
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segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
ORGULHO DE UMA RIBATEJANA!!! PAREI, OLHEI ALMOSTER!!!
PARA ALEM DE ENRIQUECER MAIS UM POUCO ESTA PÁGINA COM AS FOTOS DO CONVENTO DE ALMOSTER, TAMBÉM AS ORNAMENTEI COM ALGUNS DOS MEUS POEMAS QUE LHES SÃO DEDICADOS!!!
FOTOS POEMAS E COMPOSIÇÃO DE LÍDIA FRADE!!!
FOTOS POEMAS E COMPOSIÇÃO DE LÍDIA FRADE!!!
PAREI, OLHEI ALMOSTER
Andorinhas, que alegres esvoaçam
Buscando abrigo, nos recortes dos beirais
E chilreando, num bailado se entrelaçam
Dão vida nova, a casas senhoriais
Nos velhos muros, crescem eras verdejantes
E em recantos, quedas de água, cristalina.
Em ti Almoster, são o renovar constante,
Dão-te a frescura, e vida de menina.
Entre a áspera secura da charneca
E os altos montes, de pedra seca,
Só tu querida Almoster, a refrescar
És tão belo quadro, mostrando história
Procurando despertar, nossa memória
Por um passado, que o presente nos quer dar.
LÍDIA FRADE em Uma Pedra no Charco
domingo, 11 de dezembro de 2011
SANTARÉM HOMENAGEM A CELESTINO GRAÇA
DO MONUMENTO ERGUIDO EM HOMENAGEM A UM GRANDE RIBATEJANO
CELESTINO GRAÇA
PARA ALÉM DE TODA A INFORMAÇÃO AQUI DESCRITA NESTA PEÇA DO CORREIO DO RIBATEJO
PARA ALÉM DE O MEU SIMPLES BLOG PESSOAL SE SENTIR LISONJEADO POR TAL DISTINTO RIBATEJANO FAZER PARTE DO SEU ESPAÇO TENHO AINDA OUTRA RAZÃO FORTE PARA QUE ASSIM ACONTEÇA.
SIMPLESMENTE ESTE ILUSTRE RIBATEJANO ERA SOBRINHO DO MEU QUERIDO AVÔ JOSÉ FRADE POR CONSEGUINTE PRIMO DIRECTO DE MINHA MÃE, E ASSIM SENDO SEMPRE OUVI EM CASA FALAR DELE COM GRANDE ORGULHO EMBORA NUNCA EXISTISSE UMA GRANDE PROXIMIDADE FAMILIAR POR MOTIVOS DIVERSOS!!!
EU LÍDIA FRADE
Celestino Graça - O Homem do
Graínho

Nascido a 9 de Janeiro de 1914, na aldeia do Graínho, no
concelho de Santarém, Celestino Graça concluiu o curso de Regente Agrícola com
apenas dezoito anos de idade, dando, assim, início a uma actividade relacionada
com o mundo rural, que, de facto, constituía o seu grande universo. Destacou-se
na X Brigada Agrícola como um dos técnicos mais competentes e a sua trajectória
profissional fica para sempre associada à introdução da cultura do cânhamo em
Portugal, o que lhe permitiu a apresentação de diversos trabalhos técnicos e até
a publicação de um livro sobre a matéria.
Celestino Graça, mercê desta sua ocupação profissional, aprofundou sobremaneira o seu relacionamento com a gente simples do povo que tinha na agricultura o seu ganha-pão, fincando a conhecê-los mais intimamente, desvendando, assim, muito da sua cultura e das suas tradições.
Após algumas intervenções na área do associativismo, Celestino Graça assumiu-se como o grande impulsionador da Feira do Ribatejo, no ano de 1954, certame de cariz regional ao qual devotou vinte um anos de constante empenhamento, sendo que dez anos volvidos sobre a primeira edição, o Governo de então promoveu a elevação desta feira ao estatuto de Feira Nacional de Agricultura, pelo reconhecimento expresso da acessão relevante que este evento constituía em favor do desenvolvimento da actividade agrícola no nosso país, então, uma das vertentes mais significativas da economia nacional.
Na Feira do Ribatejo, Celestino Graça baseou a animação cultural no folclore, pelo que estimulou os responsáveis pelas Casas do Povo e os presidentes das juntas de freguesia e dos municípios ribatejanos no sentido de promoverem a organização de ranchos folclóricos que, posteriormente, assegurassem a representação concelhia neste certame que de ano para ano aumentava a sua projecção a nível nacional, e uns anos mais tarde extravasou as fronteiras do país, conquistando uma expressiva representação internacional.
A projecção da Feira do Ribatejo a nível nacional teve igualmente reflexos no folclore, pelo que também em outras regiões os agrupamentos de folclore aí existentes disputavam um lugar nos festivais da Feira. Este impacto foi ainda maior a partir de 1958, ano em que Celestino Graça promoveu a primeira edição do Festival Internacional de Folclore de Santarém, no âmbito da própria Feira do Ribatejo, certame que ainda actualmente se realiza, cumprindo neste ano as suas bordas de ouro.
Mas, para além desta relação privilegiada com o folclore,
Celestino Graça evidenciou-se, também, no âmbito das actividades taurinas,
sobretudo, através de uma estreita colaboração com a Santa Casa de Misericórdia
de Santarém, a favor de quem colocou toda a sua generosidade e altruísmo, para
além do invulgar dinamismo que o caracterizava, tendo sido um dos principais
obreiros da construção da praça de toiros, a que justamente foi atribuído o seu
prestigiado nome, e tendo sido o responsável pela organização das corridas de
toiros até ao ano do seu falecimento, com o que proporcionou a angariação de
avultadas receitas destinadas a minorarem as dificuldades por que passava a
Instituição para desenvolver a sua relevam-te acção social, nomeadamente no Lar
dos Rapazes.
Apostando na juventude que despontava, promovendo-os nas novilhadas que anualmente organizava, e não esquecendo os mais populares, Celestino Graça criou um lema para a praça de toiros de Santarém, tornando-a a "Praça das Revelações e das Consagrações". O seu dinamismo esteve bem patente uma vez mais, através da instalação de um moderno sistema de iluminação eléctrica na Praça, com o recurso a equipamento e técnica da Philips que era, então, considerada a melhor do mundo.
Quem quiser avaliar o impacto da acção de Celestino Graça na nossa cidade e na nossa região, poderá, facilmente, debruçar-se sobre a história local, e certamente, constatará que Santarém atravessava então um período de confrangedora agonia, tanto ao nível da sua actividade económica, como, até, no plano social, cultural e urbanístico.
Celestino Graça foi, assim, uma das personalidades mais importantes do movimento folclórico do seu tempo, mas, pelo mérito da sua obra e dos seus ensinamentos, ainda hoje constitui uma referência incontornável.
Celestino Graça, mercê desta sua ocupação profissional, aprofundou sobremaneira o seu relacionamento com a gente simples do povo que tinha na agricultura o seu ganha-pão, fincando a conhecê-los mais intimamente, desvendando, assim, muito da sua cultura e das suas tradições.
Após algumas intervenções na área do associativismo, Celestino Graça assumiu-se como o grande impulsionador da Feira do Ribatejo, no ano de 1954, certame de cariz regional ao qual devotou vinte um anos de constante empenhamento, sendo que dez anos volvidos sobre a primeira edição, o Governo de então promoveu a elevação desta feira ao estatuto de Feira Nacional de Agricultura, pelo reconhecimento expresso da acessão relevante que este evento constituía em favor do desenvolvimento da actividade agrícola no nosso país, então, uma das vertentes mais significativas da economia nacional.
Na Feira do Ribatejo, Celestino Graça baseou a animação cultural no folclore, pelo que estimulou os responsáveis pelas Casas do Povo e os presidentes das juntas de freguesia e dos municípios ribatejanos no sentido de promoverem a organização de ranchos folclóricos que, posteriormente, assegurassem a representação concelhia neste certame que de ano para ano aumentava a sua projecção a nível nacional, e uns anos mais tarde extravasou as fronteiras do país, conquistando uma expressiva representação internacional.
A projecção da Feira do Ribatejo a nível nacional teve igualmente reflexos no folclore, pelo que também em outras regiões os agrupamentos de folclore aí existentes disputavam um lugar nos festivais da Feira. Este impacto foi ainda maior a partir de 1958, ano em que Celestino Graça promoveu a primeira edição do Festival Internacional de Folclore de Santarém, no âmbito da própria Feira do Ribatejo, certame que ainda actualmente se realiza, cumprindo neste ano as suas bordas de ouro.

Apostando na juventude que despontava, promovendo-os nas novilhadas que anualmente organizava, e não esquecendo os mais populares, Celestino Graça criou um lema para a praça de toiros de Santarém, tornando-a a "Praça das Revelações e das Consagrações". O seu dinamismo esteve bem patente uma vez mais, através da instalação de um moderno sistema de iluminação eléctrica na Praça, com o recurso a equipamento e técnica da Philips que era, então, considerada a melhor do mundo.
Quem quiser avaliar o impacto da acção de Celestino Graça na nossa cidade e na nossa região, poderá, facilmente, debruçar-se sobre a história local, e certamente, constatará que Santarém atravessava então um período de confrangedora agonia, tanto ao nível da sua actividade económica, como, até, no plano social, cultural e urbanístico.
Celestino Graça foi, assim, uma das personalidades mais importantes do movimento folclórico do seu tempo, mas, pelo mérito da sua obra e dos seus ensinamentos, ainda hoje constitui uma referência incontornável.
PARA ALÉM DE TODA A INFORMAÇÃO AQUI DESCRITA NESTA PEÇA DO CORREIO DO RIBATEJO
PARA ALÉM DE O MEU SIMPLES BLOG PESSOAL SE SENTIR LISONJEADO POR TAL DISTINTO RIBATEJANO FAZER PARTE DO SEU ESPAÇO TENHO AINDA OUTRA RAZÃO FORTE PARA QUE ASSIM ACONTEÇA.
SIMPLESMENTE ESTE ILUSTRE RIBATEJANO ERA SOBRINHO DO MEU QUERIDO AVÔ JOSÉ FRADE POR CONSEGUINTE PRIMO DIRECTO DE MINHA MÃE, E ASSIM SENDO SEMPRE OUVI EM CASA FALAR DELE COM GRANDE ORGULHO EMBORA NUNCA EXISTISSE UMA GRANDE PROXIMIDADE FAMILIAR POR MOTIVOS DIVERSOS!!!
EU LÍDIA FRADE
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
VARIOS FILMES DE NATAL!!!
http://www.youtube.com/watch?v=YBIwCdvhgX4
LINDOS ESTES FILMES MUITO MAIS QUE
FILMES DE NATAL!!!!
BOAS FESTAS!!!
LINDOS ESTES FILMES MUITO MAIS QUE
FILMES DE NATAL!!!!
BOAS FESTAS!!!
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
PELOS CAMINHOS DO RIBATEJO!!!
FONTE DE ALMODELIM
NA PASSAGEM DE ALMOSTER PARA SANTARÉM, QUEM NÃO PAROU AQUI PARA MATAR A SEDE!?~
OU....QUEM NÃO TEVE JÁ VONTADE DE O FAZER???
TÃO BELAS E JÁ PERDIDAS
Das lendas de tal encanto
Na história da Freguesia
Perdidas no tempo, entretanto
Revivê-las muito queria.
Bem frescas e tão formosas
Suas águas deram vida
No azeite e pão, orgulhosa
Hoje uma indústria perdida.
Foram fontes pitorescas
Que o progresso destruiu
Foi Castro, aguarela fresca
Pureza a brotar em rio.
Nas águas da Fonte Santa
Se trataram feridas um dia.
Pelas mesmas pedras cantam
A nascente, de Santa Maria.
Tem a lenda, da Fonte da Moura
Na da Serrada, contam virtude,
Oferecendo, a quem lá passa
Sua fescura, e mais saúde.
A de Almodolim, de certeza
Matando a sede a quem passa
Das entranhas da mina, a pureza
Velhinha… mas cheia de graça.
DESTA BICA MUITAS PESSOAS JÁ RECOLHERAM ÁGUA TAL COMO EU!!!?
A autora Lídia Frade dedicado às Fontes da Freguesia de Almoster publicado do livro
UMA PEDRA NO CHARCO REFÚGIO
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