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domingo, 27 de abril de 2014

ALMOSTER PELOS CAMINHOS DO RIBATEJO

DE POUCO MAIS QUE NADA EU FAÇO UMA REPORTAGEM FOTOGRÁFICA DA MINHA FREGUESIA DE ALMOSTER, CONSELHO E DISTRITO DE SANTARÉM!!!

ALMOSTER E SUA RUA PRINCIPAL, AO MEIO NA FOTO O MUSEU ETNOGRÁFICO DA FREGUESIA 
CONVENTO DE SANTA MARIA DE ALMOSTER

PARTE DO INTERIOR DA IGREJA.

  

A CASA DAS MAQUINAS OU DAS BOMBAS PARA A DISTRIBUIÇÃO DA ÁGUA ÁS ALDEIAS DA FREGUESIA E NÃO SÓ, QUE LEVA A DISTRIBUIÇÃO ATÉ AO VALE DE SANTARÉM, ALI NO ALTO AS CASAS E O CANO DO ALVIELA QUE TRAZEM IGUALMENTE AS ÁGUAS ATÉ LISBOA.

 A POVOAÇÃO DO CASAL DA CHARNECA ALI AO FUNDO, E A ESTRADA NACIONAL EM BAIXO QUE LIGA O CARTAXO A RIO MAIOR.
ESTA É A ESTRADA DO MOINHO DO PAÇO, QUE LIGA ATALAIA A ALMOSTER, COM VILA NOVA DO COITO ALEM AO FUNDO.


UMA DAS CASAS SEMPRE IGUAIS AO LONGO DA CONDUTA DE ÁGUAS DA NASCENTE DO RIO ALVIELA, NO SEU PERCURSO ATÉ LISBOA.

A ANTIGUIDADE DA FONTE DE S. PEDRO, JÁ SEM SANTO, POIS FOI RETIRADO QUANDO DAS OBRAS PARA AS INSTALAÇÕES DAS MAQUINAS,NÃO VOLTANDO MAIS AO SEU LUGAR, E A MODERNIDADE DA CENTRAL DAS MAQUINAS. 

A PAR DAS MODERNIDADES AINDA Á CAVALOS QUE PASTAM SERENAMENTE, AO LADO DO CEMITÉRIO.

É ESTE O MOINHO DO PAÇO, SITUADO NO MONTE MAIS ALTO ENTRE ATALAIA E ALMOSTER!!!

FOTOS  POEMA E MONTAGEM DE LÍDIA FRADE






quarta-feira, 26 de março de 2014

IV ENCONTRO DE POETAS DA NOSSA TERRA+++++ SANTARÉM BIBLIOTECA BERNARDO SANTARENO!

A CONVITE DA ORGANIZAÇÃO ALI ESTIVERAM PRESENTES UM GRANDE GRUPO DE POETAS RIBATEJANOS, NOS QUAIS ME INCLUO E A QUE NÃO PROCURO SEMPRE ESTAR PRESENTE, PELO CONVÍVIO E AFIRMAÇÃO DE RIBATEJANA.


FOI-NOS PROPOSTO UM TEMA, COMEMORAÇÕES DOS 40 ANOS DO 25 DE ABRIL, COMEMORANDO IGUALMENTE O DIA MUNDIAL DA POESIA!!!





RESPOSTA…. PARA ARY DOS SANTOS
 ÀS PORTAS QUE ABRIL ABRIU!

                                   Continua a ser país                                        
Sem guerras, ou dimensão!
Apenas é nossa raiz
E nosso querer de coração
Beiras de terra, ou beiras de mar
De sobredos e enredos
Com os mesmos socalcos e atalhos
Veredas que nos dão medos,
Sem indústrias, sem trabalhos
Sem o verde das searas
Dos montes só as queimadas,
Que de negro se vestem enseadas.
Nos rios já não se miram…
Mais… com desespero se atiram
E se o sustento lhe retiram
Pagam caro…com vida e ais,
E não tendo tempo p,ra mais,
Hoje só têm uma certeza!
Não sabem… nem vão comparar!
Mas não ter… com que comprar
Foi passado, é o presente, foi pobreza
Mas continua a ser tristeza.
Era uma vez um país
Que de longe, é nossa raiz
Que continua a contar
O pão que não tem para dar
Pelas ordens… do não semear.
Que já não vive algemado
Mas proibido de pescar
Num país que só tem mar
E tudo o que o serve, confiscado
Parado, e servilmente roubado.
Era e é, uma vez um país
Onde as minas se fecharam
Os olivais se arrancaram
Os subsídios se instalaram
Onde a palavra explorado
Deixou de ser, do desgraçado
Passou a ser, do tributado
Que pode não dormir com o gado
Mas corre o risco de o ser
Confiscado, despojado
Se não chegou, seu contributo
Para os que comem calados !!!

Era uma vez um país
De tal maneira explorado;
Foi nos tempos do passado!?
E hoje?.... digam vocês!?
As multis desapareceram
Sem motivo ou explicações
Foram os monstros que açoitaram
As hienas que assaltaram, que roubaram
Sonhos e alegrias, e pulsar de muitos corações.

É desta vez um país
Onde desemprego é a chaga
Com idas e vindas de esperas
Das esquinas e das praças sem feras
Em Centro de Empregos sem sonhos
Onde o nosso sol, que ao despontar aquece
As filas… de quem já se conhece
Este povo desiludido e sem garra
Que já nem á luta se amarra
Que já não quer carregar,
As tais sete pedras na mão,
Nem a poesia, 
De uma pedra de lua
No lugar do coração.

Nesta terra, e neste chão
Já ninguém é amigo, ou irmão
Não comem da mesma ração
Não dormem na mesma cama….
Nem comem do mesmo pão,
Mesmo que assim seja o querer
Aqui… já foi um chão que deu uvas
Do antes quebrar que torcer,
Já fúria de viver,
Neste país, sempre a minguar
De espingardas em mãos erradas
Doutores…que o são…. a favores,
Que não conhecem terra, o arado, ou enxadas.
Se Portugal renasceu
Também governou quem quis!
Passou assim, por mãos estranhas
Sem convencer a raiz,
Este povo que se curvava,
E que vivia infeliz,
Passou a moldar suas manhas
Também quis, ser burguesia
Acenaram-lhe com notas
Com cartões de mais valia
E se agora, ninguém mais cerra,
As portas que abril abriu,
Vão aproveitar as rotas
Que a Europa permitiu,
Vão ao trabalho os ganhões
Por aqui… nem vão sobrar as pensões,
Á pedreiros sem patrões
E muitos que nem profissões.
Que a história… o irá contar!
E neste país de poetas
Nem Ary, se ia lembrando,
Que as portas que Abril abriu
Também nos roubava metas
O progresso nos fugiu
Com juventude, são vidas incertas
E tudo se consentiu.
E as portas que abril abriu
Caíram apodrecidas
Viciadas, inchadas, esvaídas,
Deixaram, de haver fascistas
Mandam mais, os agiotistas,
Mas este povo está mole
Come piza… e apanha sol!

Quem vai lutar por um País?
Que é chão nosso de raiz,
Onde a indiferença é o mote,
Estamos entregues á má sorte,
Uma alcateia de cães danados
A que dão tréguas desarmados
Alguns ninhos de serpentes
Neste nosso chão ardido
Onde não, germinam sementes
Num Estado de confusões,
O que o futuro nos vai dar
Serão uns bons trambolhões.

São horas de voltar á terra
Que é a barriga da mãe
Hora de voltar ao mar também,
E se houver gente semente
Bem firme, e de boa casta,
Venham todos, de todos, basta
Organizem-se, e façam querer
Chegou o dia de correr
Com a escumalha organizada
Hoje… já nem fazem promessas,
Pois foram armas, de arremessas
Atiradas ao calhar
Hoje ninguém mais, vai acreditar.

 POEMA DE LÍDIA FRADE

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

O QUE SE PODE FAZER COM AS CULTURAS DE UM QUINTAL RIBATEJANO!!

SOU MUITO DE GUARDAR RECORDAÇÕES, UM DIA JÁ ALGUNS ANOS ATRÁS FUI FAZER UMA PESQUISA NUNS VELHOS BARRACÕES, ANEXOS, OU COMO LHE QUEIRAM CHAMAR, QUE ERAM DOS MEUS PAIS, JÁ COM TELHADOS CAÍDOS E DEGRADAÇÕES TOTAIS .
NUM DESSES BARRACÕES, QUE TERIA SIDO UMA ESPÉCIE DE OFICINA DO MEU PAI, ENCONTREI ESTA RODA DENTADA QUE, NÃO FAÇO A MENOR IDEIA DE O QUE TERIA SIDO, OU A QUE MAQUINA PERTENCERIA, SEI QUE GOSTEI DA RODA, LIMPEI E PASSEI UM SPRAI , DE OURO VELHO, PASSANDO ASSIM A FAZER PARTE DA MINHA DECORAÇÃO CASEIRA.
PASSARAM DOZE ANOS, PRECISARIA DE MAIS UM TOQUE DE SPRAI, MAS VEJAM COMO FICOU LINDO COM ESTE ARRANJO DE ROMÃS.
PARECE UMA FRUTEIRA DO IMPÉRIO ROMANO, MAS NÃO.... AGORA É APENAS DECORAÇÃO DE UM ANEXO RIBATEJANO.

E QUE TAL ESTA MINHA ABOBRINHA, CRIADA NO MEU QUINTAL, COM TODO A SUA IMPORTÂNCIA, SOBRE UMA TOALHA DE RENDA TECIDA PELA AVÓ JÚ!!! 

E AQUI QUE BELEZA, O GRANDE CONJUNTO DE ALGUMAS DAS ABOBARAS, QUE FAZEM PARTE DAS MINHAS CRIAÇÕES DE HORTINHA RIBATEJANA!!!
TENHO ANDADO SEM TEMPO E AINDA NÃO FIZ DOCE DE ABÓBORA, NEM AINDA AS COMECEI A GASTAR DE ALGUM JEITO, NO ENTANTO JÁ OFERECI ALGUMAS, QUE POSSIVELMENTE JÁ FIZERAM PARTE DE ALGUMA EMENTA. 

SOU MUITO ORGULHOSA DAS MINHAS ABOBRINHAS, EXPOSTAS SEJA ONDE FOR, FICAM SEMPRE LINDAS!!!

AQUI NUMA FRUTEIRA FAZENDO COMPANHIA A UM MARMELO QUE JÁ SUBIU DE POSTO, PASSOU A MARMELADA, TAMBÉM CRIADO NUM MARMELEIRO VIZINHO DAS ABOBREIRAS!!! 

E NESTE PRATO ESPECIAL, ESTA LINDA ESPÉCIE ESTÁ A EMBELEZAR A MINHA COZINHA!!! 

O OUTONO E INVERNO VÃO ACABANDO COM AS FLORES, MAS ESTAS AINDA SÃO DAS BELAS ROSAS DO MEU JARDIM RIBATEJANO!!!



quinta-feira, 3 de outubro de 2013

AS LINDAS E DOCES ABÓBORAS DO MEU QUINTAL RIBATEJANO

O MEU ELEIO TEM CRESCIDO MUITO BEM, JÁ VAI ENROLANDO NO ALPENDRE, ADORO AS FLORES DESTE ELEIO MAS....AINDA NÃO ME DEU O PRAZER DE ME DEIXAR ENCANTADA COM ELAS, VOU ESPERANDO!!!


O MEU LAGUINHO JÁ ESTÁ BONITINHO E CHEIO DE VIDA , JÁ LÁ TEM ONZE PEIXINHOS MAS NÃO SE MOSTRAM MUITO PARA A FOTO. 


AS MINHAS FLORES DE OUTONO

AS FLORES DA MINHA VARANDA TAMBÉM ESTÃO BONITAS, ESTA JÁ FAZ SOMBRA DE MANHÃ A AVÓ JÚ.

O CANTINHO DAS MINHAS ABÓBORAS.

AS MINHAS FLORES DE OUTONO







Como tenho muitas abóboras no meu quintal Ribatejano resolvi colocar aqui umas ideias que podem aproveitar nesta época em que estes legumes são muito baratos e de época.

  1. Descasque a abóbora, corte-a em cubinhos e coloque os cubinhos num tacho.
  2. Junte o açúcar, os paus de canela, o sumo de laranja e a casca de limão.
  3. Leve ao lume a cozer até a abóbora ficar completamente cozida (30 a 40 minutos). Vá mexendo de vez enquando enquanto o doce coze.
  4. Retire do lume, retire o pau de canela e a casca de limão, triture o doce com uma varinha mágica (há quem goste do doce não triturado). Leve novamente ao lume brando apenas para apurar e ficar com a textura pretendida.
  5. Deixe arrefecer e guarde em potes de vidro.
  6. Acompanhe com queijo fresco e tostas.




Sopa de ABÓBORA

ingredientes:
800G DE      ABÓBORA LIMPA DE SEMENTES E FIOS E SEM CASCA
ÁGUA
1 BATATAS
3 ALHOS FRANCES (APENAS A PARTE BRANCA)
2 CENOURAS
1 TOMATE
4 COLHERES DE SOPA DE AZEITE
SAL




      



Preparação:
Nada mais fácil! Coloca-se numa panela, a abóbora, o alho francês lavado e cortado em pedaços, a batata descascada e cortada, o tomate e as cenouras descascadas e cortadas também. Cobre-se com água e deixa-nta-se o azeite e se cozer até a cenoura (legume mais rijo) estar cozinhada. Nessa altura, passa-se com a varinha mágica. Esta é a altura ideal para adicionar água, para que a sopa adquira a espessura que preferir. Acresceo sal, e leva-se ao lume a ferver mais uns 5 minutos, até o sal dissolver.
Nas sopas, o azeite deve ser sempre acrescentado no final, pois a fervura retira-lhe as melhores propriedades. Pode também, acrescentar várias outras coisas a partir desta etapa, e fazer outro sem número de sopas: ervilhas, couve, feijão verde, grão de bico, feijão cozido, etc...
RECEITAS RECOLHIDAS NA NET

PETISCOS.COM

LÍDIA FRADE

quarta-feira, 3 de julho de 2013

NA INAUGURAÇÃO DA MINHA PISCININHA, TIVE CONVIDADOS ESPECIAIS!

QUEM MELHOR QUE ESTES MEUS AMORES PARA INAUGURAÇÃO.

A AVÓ JÚ TAMBÉM NÃO FALTOU!

AO LADO DA ÁREA DE DESCANSO....NÃO FALTA A AREIA, PARA A BRINCADEIRA.

SÓ ESTE PEDACINHO ME VAI FAZER PARAR E DESCANSAR NAS MINHAS TERÇAS FEIRAS!



AQUI O MEU PENSADOR.... ESTÁ A VER COMO COLOCAR LÁ O PC!!!

BOM.... É UMA PESCININHA MAS.....BEM ROBUSTA, ATÉ OS NOSSOS PESOS PESADOS ENTRAM SEGUROS!

OS MEUS PEQUENINOS EXPERIMENTARAM TUDO COM MUITO PRAZER. 

FORAM SERVIDAS SANDES E MORANGOS APANHADOS ALI AO LADO.
TENHAM EM CONTA QUE O MARIDÃO MEDE 1,96 COM A MAIOR PARTE NOS MEMBROS INFERIORES!!!

  A MINHA FOFINHA SABOREANDO OS MARANGUINHOS!!!

SABOREANDO O FINAL DO DIA!!!
É EVIDENTE COMO SOU EU A FOTOGRAFA DE SERVIÇO.... NÃO FIGURO NO DITO ATO!!!
REPAREM QUE NEM FALTAVA SUBMARINO NO ESTALEIRO!!!
JÁ NÃO EXISTE DINHEIRO PARA LEVAR A FUNDEAR!!!
A CULPA É DO PORTAS!!!

MINHA NOITE, MEU DIA
RIBATEJO


Rolando na estrada atenta
Desfaço a distância que resta
Da minha casinha modesta
Na aldeia, que espera e acalenta
Meus sonhos de um dia voltar
Que hoje eu procuro acertar
Num dia de folga, apenas
Faço acrescentar o meu tempo
Na noite que oferece mecenas
Ao meu descansado alento,
Já noite, a reconfortante calma
Do pequeno quarto, onde me deito.


E quando desperto renovada, como a aurora,
Onde escuto os cães vadios,
Guardiões do nada em alerta,
Refletem os movimentos,
Anunciam, a manhã que desperta,
Com um incessante pilpirrear, em crescente
Dos passaritos, que saúdam quem lá mora
Ali por perto, as rolas nas oliveiras,
Me encantam com seu arrulhar
E na saudade, deste meu estar ausente
Eu vou pensando, saboreando,
Cada momento do presente,
Eu vou apreciando a minha vida,
E tudo o que nela conto, nesta hora.


Um pouco mais, e já o sol está a raiar
Um pouco mais, já eu me vou levantar
Abrindo as minhas portas, par a par
Eu olho o céu, saúdo a minha manhã
As minhas plantas do quintal, eu vou espreitar
Nas orvalhadas, refresco-me em vida sã
Com as minhas mãos na terra,
Arranco urtigas, e muitas ervas daninhas,
Que crescem assim sem parar.

Meus lírios brancos floriram,
Mostrando o chegar, de radiosa primavera,
E as minhas camélias brilhando,
Entre gotas e pérolas de orvalho,
Na linda cor, de rubra e madura romã,
Voam as flores dos pessegueiros,
Voando… como se fossem leve quimera,
Giestas, alecrins e rosmaninhos,
Entregam-se, ás abelhas em seu afã
Os legumes, em canteiros alinhados,
Crescem, em cada semana a passar,
Amadurecem, pelos meus carinhos afagados.


E mal começou, ou bem começou meu dia,
Em pequeno-almoço de doces aromas
Nos pequenos mimos, de um dia especial
Na saudação a quem está próximo, em alegria
Ou alguém anónimo, encontrado ao caminhar,
Nas fotos que se fazem, para um dia recordar.
Já a fogueira que se ateia, para o churrasco fazer,
Com a mesa no alpendre, para ali mesmo comer
Os tomates e alfaces, ainda na terra a crescer
No meu quintal de regalos, que eu olho com prazer.


O repasto de um almoço, bem diferente e prazeroso,
Onde se integra a diferença, de mais sabor e odor
Onde o descanso da sésta, e num relaxe amoroso
Vai chegando a tarde calma, em passeio de namoro
Vai assim fugindo a folga, no seu sentido valor
Chega a hora de pensar, no regresso á cidade
Já são horas do jantar, pois já está a anoitecer
Hora ainda para pensar, sentindo alguma vaidade.
E nesta avaliação total, pode até haver cansaço!...
A fasquia ficou alta, de tudo o que quero fazer
São dias num caminhar, atrás de um, outro passo
Atrás da noite, outro dia, vivido com muito prazer.


FOTOS E POEMA DE LÍDIA FRADE

sábado, 18 de maio de 2013

OS BICHOS QUE NOS GOVERNAM!!! NÃO MERECEM NEM UMA COUVE GALEGA!!!


AQUI PELOS CAMINHOS DO RIBATEJO,,,,,, TENHO ESTA COUVE GALEGA NO MEU QUINTAL,,,, ESTA MINHA POESIA MERECIA CONTINUAR O SEU CAMINHO,,,,, ASSIM SENDO RESOLVI COLOCAR A MINHA POESIA DEDICADA AOS BICHOS QUE NOS GOVERNAM,,,, AQUI NA MINHA COUVE LINDA PARA UM CALDO VERDE,,,, MAS QUE SERIA DEMAIS PARA OS TAIS BICHOS,,,, NEM A MINHA COUVE MERECEM!!!


KLIC PARA AMPLIAR E LER MELHOR

FOTO E POEMA E MONTAGEM DE LÍDIA FRADE

quarta-feira, 15 de maio de 2013

AS RUAS DA MINHA CIDADE.........SANTARÉM........ DE LÍDIA FRDE

SUBIDA DO CHAFARIZ FRENTE Á BIBLIOTECA

Anselmo Braamcamp Freire

Anselmo Braamcamp Freire nasceu em Lisboa no dia 1 de Fevereiro de 1849. Foi moço fidalgo da Casa Real e por descendência, em 1887. O interesse pela ciência levou-o a inscrever-se na Academia Real de Ciências. Seguiu a carreira militar, foi cavaleiro da ordem Soberana de S. João de Jerusalém e da ordem militar de S. Fernando de Espanha e capitão de Infantaria.
Homem de rara cultura, notabilizou-se na época escritor e historiador, tendo sido um dos fundadores do Arquivo Histórico Português em 1903. Na qualidade de arqueólogo e genealogista deixou uma vasta obra, e pode ser considerado o precursor da genealogia científica em Portugal.
Militante do Partido Republicano Português, desempenhou funções como vereador da Câmara Municipal de Lisboa. Sendo eleito para Presidente em 1908, manteve-se no cargo até 1913.


Chafariz d'El Rei em Santarém

Ponto Turístico > Monumento
Rua Braamcamp Freire
2000 Santarém





BRANCAMP E OLIVEIRA

Depois da Implantação da República desempenhou também funções como deputado à Câmara Constituinte de1911 e veio a ser o primeiro Presidente do Senado da República.
Braamcamp Freire era um grande coleccionador de arte, reuniu uma notável pinacoteca, que deixou à cidade de Santarém, assim como a sua biblioteca, com cerca de 10.000 volumes, entre os quais se encontram exemplares de livros antigos e raríssimos. A casa onde vivia é hoje a Biblioteca Municipal de Santarém.
Braamcamp Freire morreu no dia 21 de Dezembro de 1921 em Lisboa.


NA FRENTE AS MURALHAS DAS PORTAS DO SOL


ZONA RESIDENCIAL ANTIGA

Da vasta obra que deixou destacam-se: Brasões da sala de Cintra, 1899, As sepulturas do Espinheiro, 1901, Índice do Cancioneiro Geral de Garcia Resende e Autos de Gil Vicente. Mas os trabalhos a que dedicou mais tempo foram os do Arquivo Histórico Português onde se podem encontrar artigos como: O almirantado da Índia. Cartas de quitação de el-rei D. Manuel. As conspirações no reinado de D. João II. Auto do Conselho havido no Espinheiro em 1477. O livro das tenças de el-rei. A Chancelaria de D. João II. Inventário do guarda-roupa de D. Manuel. A Chancelaria de D. Afonso V. Povoação de Entre Douro e Minho no Século XVI, entre outros.

Autoria: Plano Nacional de Leitura

SUBIDA DA RUA BRAAMCAMP


A Biblioteca Municipal de Santarém encontra-se integrada no Núcleo de Bibliotecas e Arquivo, do Departamento de Assuntos Sociais, Ambiente, Património e Educação (DASAPE) da Câmara Municipal de Santarém.
A “REBICOS” – Rede de Bibliotecas do Concelho de Santarém (em permanente construção) integra a Biblioteca Municipal que funciona no palácio dos Barões de Almeirim, na rua Braamcamp Freire.







 ESPREITANDO NESTAS IMAGENS, UMA DAS TORRES DA IGREJA DO SS.mo MILAGRE.




AS DITAS ESCADINHAS NA FOTO AO LADO!



SANTARÉM CIDADE ANTIGA 3º Lugar de letra e musica

Concurso VAMOS CANTAR


Santarém, cidade antiga
Eu vejo em ti mocidade
Um dia talvez te lembre
Com saudade
Becos, vielas escondidas
Pedras lisas que pisei
Velha Fonte das Figueiras
Que tanto dela gostei.


Tens nomes de ruas
Que são expressões de um povo
Beco das Atafonas
Que um dia foi novo
Escadinhas do Milagre
Lembranças tão belas
Dos meus verdes anos
Sempre quero telas.
Talvez uma formosa
Que seu nome deixou
Na travessa da Mónica
Que alguém adorou,
E para descansar
O teu corpo dorido
Na rua das Esteiras
Tiveste um amigo.



Em tua simplicidade
Travessa dos Tanoeiros
Porque te deram tal nome
E também aos Pasteleiros,
Foi lembrando alguém
Que um dia foi querido
Travessa das Figueiras
Orgulho de povo antigo.

LÍDIA FRADE

 ESCADINHAS........QUE EU ENQUANTO MIÚDA DE TREZE ANOS, DESCIA A CORRER ALGUMAS VEZES AO DIA, AO FIM DAS ESCADAS FICAVA A CASA DA MODISTA ONDE EU ESTAVA COMO APRENDIZ.

FIM DA MINHA REPORTAGEM, BREVE COLOCAREI MAIS!!!

FOTOS DE LÍDIA FRADE