terça-feira, 2 de dezembro de 2014

LINDA CIDADE DE COIMBRA***** DO CHOUPAL ATÉ Á LAPA.........FICA AQUI O PENEDO DA SAUDADE!!!

O PENEDO DA SAUDADE HOJE APENAS UM SIMBULO TURÍSTICO A VISITAR DO QUAL A ESTÁTUA DE JOÃO DE DEUS CONTINUA A SER GUARDIÃO!!!



 NO ENTANTO O SIMBULO DE ROMANTISMO QUE VI NESTE LUGAR Á PERTO DE QUARENTA ANOS, PARA MIM DESAPARECEU, ESFUMOU-SE COM O PASSAR DOS ANOS!!!


NESTE DIA SENTI SIM QUE..... AS ÚNICAS PESSOAS COM QUE NOS CRUZAMOS.... ANDAVAM MAIS NA PROCURA DOS DESPREVENIDOS, NÃO ESCREVIAM POR ALI POESIA, MAIS APREENSÃO PELOS POSSÍVEIS GAMANÇOS  A QUE PARECEM DEDICARSSE!!



O Penedo da Saudade é um parque e miradouro da cidade de Coimbra, construído em 1849, de onde se avista a parte oriental da cidade até ao rio Mondego, a serra do Roxo e a serra da Lousã.

Ligado à cultura coimbrã e à sua academia, neste espaço pode encontrar entre uma vegetação diversificada, inúmeras placas comemorativas de eventos ligados à vida académica, além de poesias de alunos. A mais antiga data de 1855.

A "Sala dos Cursos" e a "Sala dos Poetas" são dois espaços de visita obrigatória.




Poemas e inscrições[editar | editar código-fonte]

O poema Escuta Penedo

Espalhados pelo Penedo da Saudadade, encontram-se inúmeros textos inscritos em pedras, onde se incluem poemas de amor e dedicatórias.

Um exemplo deste tipo de textos que se podem ler no parque é um poema assinado por F.A.C. Veloso, em nome de vários alunos de diversos cursos da Universidade de Coimbra e que tem como tema o próprio Penedo da Saudade:




Escuta Penedo,
Ouve baixinho,
Não tenhas medo
Não estás sozinho
E quando do além
Te mirarmos
Não chores por nós,
Que não estás abandonado!
Acena-nos, diz-nos adeus
Que havemos de a ti voltar
Mas sempre para celebrar!
Voltaremos para te contar
Que o poeta nos ensinou
Que o sonho comanda a vida
Permanece… Não findou!...
E a ti diremos, a segredar,
Que tens toda a razão:
Saudade rima com idade
E amor com coração!
Escuta Penedo,
Ouve baixinho,
Não tenhas medo
Não ficas sozinho!...
DE TODOS NÓS
F.A.C.Veloso
Coimbra, Maio de 2008


1. Penedo da Saudade Avanço automático
2. O Penedo da Saudade é um dos mais belos miradouros de Coimbra.
3. Este Jardim fica situado na Freguesia da Sé
4. O Jardim foi construído em 1849.
5. Deste espaço romântico e paradisíaco é possível avistar a parte oriental da cidade até ao rio
6. Coimbra vista do Penedo da Saudade
7. O Jardim distribui-se por diferentes patamares,num aproveitamento perfeito da topografia local.
8. No patamar adjacente à Avenida Dr. Marnoco eSousa , encontram-se os bustos de João de Deus,
9. ... e António Nobre.




10. Por toda a parte existem bancos, em pedra ou emmadeira, que convidam ao repouso, à reflexão, ou à contemplação da natureza.
11. O Penedo da Saudade está profundamente ligado à cultura coimbrã e à sua academia.
12. Verdadeiros ex-libris deste espaço, as placas mais antigas datam de 1855.
13. Estão espalhadas por diversos pontos doJardim.
14. Um exemplo de textosque aqui se podem ler é o poema “Escuta Penedo”.
15. É de visita obrigatória a “Sala dos Cursos” e o “ Retiro dos Poetas”.
16. A vegetação deste parque é diversificada.
17. Os amantes da botânica podem admirar aquialguns exemplares da nossa flora autóctone,que se misturam com espécies introduzidas.
18. As árvores de fruto existentes neste jardim ( pereiras, pessegueiros e oliveiras)proporcionam abrigo e alimento a diversas aves que aqui constroem os seus ninhos.





19. tentilhão
20. pintassilgo
21. verdilhão
22. Espaço sossegado, o Penedo da Saudadeproporciona também o ambiente adequado para a leitura de um livro.
23. O emblemático Penedo da Saudade é local de visita obrigatória na cidade de Coimbra.
24. Fotos: GoogleMúsica: Balada de despedida do 5º ano jurídico 1988-1989 Formatação:ferreira.marques52@ gmail.com



 http://pt.slideshare.net/biaesteves/penedo-da-saudadecoimbra







http://pt.wikipedia.org/wiki/Penedo_da_Saudade

FOTOS DE LÍDIA FRADE

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

AVEIRO NOSSA VENEZA PORTUGUÊSA+++++ AS SUAS RIAS E CANAIS+++++ AS SUAS CORES+++++NUM DIA POSSÍVEL DAS MINHAS FÉRIAS 2014


No documento de doação testamentária efectuada pela condessa Mumadona Dias, ao mosteiro de Guimarães em 26 de Janeiro de 959, consta a referência a "Suis terras in Alauario et Salinas", sendo esta a mais antiga forma que se conhece do topónimo Aveiro.

No século XIII, Aveiro foi elevada à categoria de vila, desenvolvendo-se a povoação à volta da igreja principal, consagrada a S. Miguel e situada onde é, hoje, a Praça da República, vindo esse templo a ser demolido em 1835.




Mais tarde, D. João I, a conselho de seu filho, Infante D. Pedro, que, na altura, era donatário de Aveiro, mandou rodeá-la de muralhas que, já no século XIX, foram demolidas, sendo parte das pedras utilizada na construçào dos molhes da barra nova.

Em 1434, D. Duarte concedeu à vila privilégio de realizar uma feira franca anual que chegou aos nossos dias e é conhecida por Feira de Março.



Em 1472, a filha de D. Afonso V, Infanta D. Joana, entrou no Convento de Jesus, onde viria a falecer, em 12 de Maio de 1490, efemériderecordada actualmente, no feriado municipal. A estada da filha do Rei teve importantes repercussões para Aveiro, chamando a atenção para a vila e favorecendo o seu desenvolvimento.

O primeiro foral conhecido de Aveiro é manuelino e data de 4 de Agosto de 1515, constando do Livro de Leituras Novas de Forais da Estremadura.


A magnífica situação geográfica propiciou de Aveiro, desde muito cedo, a fixação da população, sendo a salinagem, as pescas e o comércio marítimo factores determinantes de desenvolvimento.

Em finais do século XVI, princípios do XVII, a instabilidade da vital comunicação entre a Ria e o mar levou ao fecho do canal, impedindo a utilização do porto (vejaPorto de Aveiro) e criando condições de insalubridade, provocadas pela estagnação das águas da laguna, causas estas que provocaram uma grande diminuição do número de habitantes - muitos dos quais emigraram, criando póvoas piscatórias ao longo da costa portuguesa - e, consequentemente, estiveram na base de uma grande crise económica e social. Foi, porém e curiosamente, nesta fase de recessão que se construiu, em plena dominação filípina, um dos mais notáveis templos aveirenses: a igreja da Misericórdia.





Em 1759, D. José I elevou Aveiro a cidade, poucos meses depois de ter condenado por traição, ao cadafalso, o seu último duque, título criado, e 1547 , por D. João III. Por essa razão à nova cidade foi dado o nome de Nova Bragança em vez de Aveiro. Esse nome foi mais tarde abandonado, voltando a cidade à denominação anterior.

José Estêvão

Em 1774, a pedido de D. José, o papa Clemente XIV instituiu a Diocese de Aveiro.


No século XIX, destaca-se a activa participação de aveirenses nas Lutas Liberais e a personalidade de José Estêvão Coelho de Magalhães, parlamentar que desempenhou um papel determinante no que respeita à fixação da actual barra e no desenvolvimento dos transportes, muito especialmente, a passagem da linha de caminho de ferro Lisboa-Porto, obras estas de capital importância para o desenvolvimento da cidade, permitindo-lhe ocupar, hoje em dia lugar de topo no contexto económico nacional."
PARA ALEM DA HISTÓRIA DE CONHECIMENTO QUE VOS DEIXO DIGO QUE, ADOREI ESTAR EM AVEIRO, JÁ TINHA ESTADO SÓ DE PASSAGEM BREVE Á LARGOS ANOS, HOJE ENCONTREI UMA CIDADE MODERNA DENTRO DE TODA A SUA HISTORIA LONGÍNQUA!!!

ENCONTREI TAMBÉM UMA OMENAGEM AO PANTERA NEGRA!!!

 OS PASSEIOS NOS BARCOS SEMPRE EM MOVIMENTO, AINDA QUE, COM POUCO MOVIMENTO DADO QUE EM ÉPOCA BAIXA, JÁ OUTUBRO, E MEIO DA SEMANA!!!

 A LINDA ARQUITETURA ANTIGA COM UMA BELEZA DE ÉPOCA A PRESERVAR!!!
 FACHADAS LINDÍSSIMAS QUE MERECEM SER MOSTRADAS COM A SUA BELEZA E ARTE!!!

ESTAVA UM LINDO DIA DE CALOR ATÉ, NESTE DIA NÃO FUI Á PRAIA, MAS FUI NO DIA SEGUINTE!!! 





 REPAREM NA BELEZA DESTA FACHADA, UMA MARAVILHA!!!








 A MODERNIDADE ESTÁ ALI IGUALMENTE JUNTO DO CANAL, COM AR DE CENTRO COMERCIAL, ARQUITETURA MODERNA, LOJAS DE RUA, E QUASE TODAS AS DE GRANDES MARCAS NO MERCADO ESTÃO ALI, LADO A LADO OLHANDO O TURISMO QUE PASSA QUE VISITA A CIDADE!!!


FOTOS DE LÍDIA FRADE

AVEIRO PELOS CAMINHOS DE PORTUGAL!!!

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

VILA VIÇOSA CASTELO ***** ALENTEJO***** PELOS CAMINHOS DE PORTUGAL



Castelo de Vila Viçosa, Portugal: porta.

Castelo de Vila Viçosa: aspecto do portão de entrada, fosso, muralha e bastião.
O Castelo de Vila Viçosa, no Alentejo, localiza-se na freguesia da Conceição, na povoação e concelho de Vila Viçosa, Concelho de Vila Viçosa, Distrito de Évora, em Portugal.
Em posição dominante sobre a vila, nas proximidades da vertente nordeste da serra de Ossa, ergue-se sobre uma colina defendida naturalmente pela ribeira de Ficalho e pela ribeira do Carrascal, afluentes menores do rio Guadiana.


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Castelo de Vila Viçosa

Castelo de Vila Viçosa, Portugal: vista de uma das entradas.

ConstruçãoD. Dinis(Século XIV)
EstiloGóticomanuelino
ConservaçãoBom
Homologação
(IGESPAR)
MN
Aberto ao públicoSim



Antecedentes[editar | editar código-fonte]

Embora não haja informações seguras, a julgar pelo testemunho de lápides encontradas na região, acredita-se que a primitiva ocupação humana deste local remonte à Invasão romana da Península Ibérica. Por ser vizinha àestrada romana que comunicava Évora a Mérida, alguns autores acreditam que essa ocupação de sua elevação tenha sido efectuada por alguma pequena fortificação.



O castelo medieval[editar | editar código-fonte]

À época da Reconquista cristã da península, quando da afirmação da nacionalidade portuguesa, a região foi dominada a partir da conquista de Alcácer do Sal (1217).

Embora não se possa afirmar se uma primitiva povoação foi abandonada e reocupada, ou se o seu povoamento cristão foi tardio, é certo que Vila Viçosa recebeu de D. Afonso III (1248-1279) a sua Carta de Foral, passada em 5 de Junho de 1270. Datará, dessa época, o início da construção de seu castelo, a que seu filho e sucessor, D. Dinis(1279-1325), dará um efetivo impulso, terminando a sua edificação e fazendo erguer a cerca da vila.

No reinado de D.Fernando I (1367-1383), a exemplo do que se fez em diversos castelos do reino, foram feitos importantes melhoramentos na fortificação de Vila Viçosa.



Ao se encerrar a crise de 1383-1385, os domínios de Vila Viçosa integraram a vasta doação feita por D. João I(1385-1433) ao Condestável do Reino, D. Nuno Álvares Pereira, em recompensa pelos serviços prestados.

A vila, por sua vez, passou para o seu neto, D.Fernando, Conde de Arraiolos, por doação em 4 de Abril de 1422. Vindo este a se tornar o 2º Duque de Bragança e estando habituado às planíces alentejanas, não quis instalar-se no Paço de Guimarães. Assim, fez construir no Castelo de Vila Viçosa um paço, elevando esta localidade à categoria de sede do Ducado de Bragança.









O seu filho, D.Fernando, 3ºDuque de Bragança, veio porém a ser acusado pelo rei D.João II de traição, pelo que foi degolado em Évora. Em decorrência, a família seguiu para o exílo em Castela, abandonando o castelo de Vila Viçosa, onde residiam.

Uma vez regressados, o duque D. Jaime de Bragança não quis morar no paço ligado à trágica memória do pai e, estando tratado o seu casamento com a fidalga espanhola D. Leonor, filha do Duque de Medina Sidónia, fez construir, em 1501, o actual Paço Ducal, onde passou a residir desde o seu matrimónio, no ano seguinte. Ainda por sua determinação, fizeram-se várias obras no castelo, entre as quais os baluartes/torreões em estilo manuelino e ofosso defensivo.






Da Guerra da Restauração aos nossos dias[editar | editar código-fonte]

No contexto da Guerra da Restauração, o castelo recebeu o reforço de uma nova cintura de muralhas, erguida entre 1663 e 1664, com planta no formato de um polígono estrelado, adaptada à então moderna artilharia. Assim defendida, a vila resistiu vitoriosa ao assalto das tropas espanholas sob o comando do marquês de Caracena, batidas em seguida, em local próximo, pelas tropas portuguesas sob o comando do marquês de Marialva, nabatalha de Montes Claros (1665).

Encontra-se classificado como Monumento Nacional por Decreto publicado em 23 de Junho de 1910.

O castelo, propriedade da Fundação da Casa de Bragança, sofreu intervenções de consolidação e restauro em diversos momentos ao longo do século XX, tendo servido durante alguns anos de pousada. Atualmente encontram-se nele instalados o Museu da Caça, onde se encontra a colecção privada de Manuel Lopo Caroça de Carvalho, e o Museu de Arqueologia da Fundação.





Características[editar | editar código-fonte]

O castelo medieval apresenta planta quadrada, com muralhas de cerca de sessenta metros de lado, reforçadas, nos ângulos Oeste e Leste, por grandes torreõesde planta circular. A sua face Noroeste e parte da Nordeste eram comuns à cerca da vila. Em seu interior ergueu-se a igreja matriz, sede da primeira paróquia da vila, e que hoje é o importante Santuário de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa, proclamada padroeira de Portugal em 1646.

A Torre de Menagem só foi erguida sob o reinado de D. Fernando, afastada do castelo, em face de uma porta rasgada a meio do troço Sudoeste da cerca da vila, à qual se ligava por um passadiço.








Delimitando uma área de cerca de três hectares, a cerca da vila, de planta pentagonal irregular, é rasgada por diversas portas, entre as quais a chamada Porta de Évora, a Porta de Estremoz e a Porta de Olivença.





FOTOS DE LÍDIA
E PAULO OLIVEIRA