domingo, 21 de outubro de 2012

TOMAR CIDADE TEMPLÁRIA..... PELOS CAMINHOS DO RIBATEJO!!!!


A arte em Portugal: o gótico-manuelino e a afirmação das novas tendências renascentistas

O renascimento é um fenómeno contemporâneo dos Descobrimentos e desenvolveu-se em intima ligação com a empresa ultramarina nacional. Todavia, a arte renascentista só tardiamente chega a Portugal e, de início, apenas através de elementos decorativos associados às estruturas do gótico final. No nosso País, porém, este estilo desenvolveu características ornamentais próprias, definindo entre finais do século XV e inícios do século XVI, uma arte frequentemente denominada como manuelino ou gótico-manuelino.










O Estilo manuelino, por vezes também chamado de gótico português tardio ou flamejante, é um estilo decorativo, escultórico e de arte móvel que se desenvolveu no reinado de D. Manuel I e prosseguiu após a sua morte, ainda que já existisse desde o reinado de D. João II. É uma variação portuguesa do Gótico final, bem como da arte luso-mourisca ou arte mudéjar, marcada por uma sistematização de motivos iconográficos próprios, de grande porte, simbolizando o poder régio. Incorporou, mais tarde, ornamentações do Renascimento italiano. O termo "Manuelino" foi criado por Francisco Adolfo Varnhagen na sua Notícia Histórica e Descriptiva do Mosteiro de Belém, de 1842. O Estilo desenvolveu-se numa época propícia da economia portuguesa e deixou marcas em todo o território nacional.
WKIPÉDIA











O gótico Manuelino

A arquitectura do gótico-manuelino integra-se no modo típico de construção do gótico e desenvolve a tendência da arte final deste estilo para a descompartimentação e homogeneização dos espaços interiores. Esta característica explica a preferência típica do manuelino pelas igrejas-salão.
No campo decorativo, a representação da natureza expressa-se por ornamentações de carácter realista onde a demonstração vegetalista aparece frequentemente de forma exuberante, como se pode verificar nas obras mais importantes do manuelino: janela da Sala do Capitulo do convento de Cristo (c. 1510), em Tomar, Mosteiro dos Jerónimos, com especial destaque para o magnifico portal da igreja, arcada do claustro de D. Manuel no Mosteiro da Batalha ou ainda na Torre de Belém.
O exotismo que transparece na representação de animais, flora e seres humanos estranhos, no qual alguns pretenderam ver a especificidade bem portuguesa do manuelino, aparece episodicamente. O seu principal significado estará na procura do diferente e do novo, na pretensão nacionalista de se distinguir dos modelos estrangeiros, transportando para o espaço nacional elementos que faziam parte do quotidiano das viagens e dos encontros civilizacionais no Império Português. Por outro lado o facto de o gótico-manuelino se ter desenvolvido, quase sempre, sob a tutela da coroa explica a utilização de elementos decorativos associados ao objectivo da exaltação da monarquia de direito divino, como a esfera armilar, ou ainda o profundo sentido místico que emana das imagens sacras, em particular da Virgem, transformada por D. Manuel I numa espécie de símbolo régio.
TRABALHO DE ESTUDANTES!!! EM NOTA POSITIVA!!!


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PELOS CAMINHOS DE PORTUGAL

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

TOMAR..... CASTELO DE TEMPLÁRIOS..... CONVENTO DE CRISTO!!!!

Diogo de Arruda (14?? - 1531), foi um mestre arquitecto português, membro de uma importante família de artistas com origem em Évora.[1] Era irmão de Francisco de Arruda e tio de Miguel de Arruda.



















Charola

A Charola do Convento de Cristo, célebre por ser, na sua origem, um dos mais extraordinários exemplos da arquitectura templária, pertence à campanha de obras românica e gótica, dos séculos XII e XIII.
Trata-se de um edifício poligonal, com oito faces no tambor central, desdobradas em dezasseis faces no exterior, que pretende reproduzir idênticos edifícios de planta centralizada, conhecidos dos templários e inspirados na Igreja do Santo Sepulcro de Jerusalém. Concluída no século XII, possuía porta a nascente que se manteve em funcionamento até à reforma manuelina.

Sob o impulso do Infante D. Henrique, quando este foi governador da Ordem de Cristo, 1420 – 1460, procedeu-se à primeira alteração do edifício, com abertura de dois tramos a poente, de modo a instalar-se aí o coro e a tribuna. Desta época datará também o tubo de órgão de madeira e couro, ainda visível na parede norte da Charola.

A maior campanha de obras é promovida mais tarde por D. Manuel I, entre 1495 e 1521, durante a qual se rasgam completamente dois, dos dezasseis tramos da parede externa, abrindo o espaço a Ocidente, através do grande arco triunfal que unirá este espaço à nova igreja manuelina. È desta época, também, o programa decorativo que acentua a riqueza do local.










O enriquecimento do programa iconográfico da Charola, transformada em capela-mor da nova igreja, incluiu escultura, pintura sobre madeira e sobre couro, pintura mural e estuques.

Particularmente importante foi a descoberta, nos nossos dias, de pinturas contemporâneas de D. Manuel I, (1510 – 1518) que cobriam a abóbada do deambulatório, e que haviam sido recobertas de cal em época posterior. Foram removidas na campanha de obras para recuperação da Charola realizada no final dos anos 80 do século XX.

A Charola é um conjunto espectacular, testemunho não só da arquitectura templária, como, também, exemplar magnífico do esplendor Manuelino constituindo motivo de visita obrigatória do Convento de Cristo.



TUDO O QUE EU PODERIA DIZER SOBRE ESTA VISITA SERIA POUCO, DADO A GRANDIOSIDADE MONUMENTAL DESTE LOCAL!!!

APENAS DIGO QUE FOI MUITO RICA EM CONHECIMENTO PATRIMONIAL DESTE CANTINHO PORTUGUÊS!!!

AS FOTOS IRAM MOSTRANDO ESSA GRANDIOSIDADE!!!

IREI CONTINUAR A COLOCAR E A DAR A CONHECER ESTE GRANDIOSO MONUMENTO!!!


























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PELOS CAMINHOS DO RIBATEJO!!!

domingo, 14 de outubro de 2012

TOMAR TERRA TEMPLARIA....PELOS CAMINHOS DO RIBATEJO.... OS NOSSOS ÚLTIMOS DIAS DE FÉRIAS


História

O Convento de Cristo, em Tomar, complexo monumental de vastas proporções estende-se do Castelo de Tomar até ao aqueduto do Convento numa distância de mais de 7 km.
Iniciou-se a construção do Castelo de Tomar em 1160, por ordem de D. Gualdim Pais, cavaleiro da Ordem do Templo que, após doação do Rei fundador, D. Afonso Henriques, ocupou e povoou o território.
Em simultâneo construía-se também o oratório templário, a Charola, cujas obras estariam terminadas em 1190.
Extintos os templários, surge uma nova ordem, a Ordem de Cristo que, com a administração do Infante D. Henrique e beneficiando de conhecimentos e tecnologias herdados da experiência que os templários haviam acumulado, foi o grande instrumento ao serviço dos Descobrimentos, epopeia maior dos Portugueses.
No Convento de Cristo, arquitectos como João de Castilho, Diogo de Arruda e Diogo de Torralva e Filipe Terzi, entre outros, procuraram transpor para a arquitectura o poder da Ordem de Cristo, numa exuberância de estilos de que o manuelino se destaca, e de que a Janela do Capitulo é exemplo maior. 






 A ENVOLVÊNCIA E MURALHAS DO CASTELO MAIS ANTIGO!!!




A muralha é o grande e alto muro de pedra que forma as paredes do castelo, o maior obstáculo que os atacantes tinham que vencer para tomarem a fortaleza. 
A muralha do Castelo de Tomar foi construída em duas fases. Primeiro os Templários ergueram a grande parede exterior, coroada pelas ameias. Só depois lhe encostaram um segundo muro, do lado de dentro, que servia de adarve.














 O pequeno e já velho castelo de Ceras era a única fortificação em todo o vasto território que D. Afonso Henriques deu aos Templários.
Por ser pequeno ou estar arruinado, o certo é que D. Gualdim Pais acabou por escolher outro sítio para construir o principal castelo dos Templários, o primeiro que ele construiu em Portugal.
Uma lápide, por cima da entrada da torre de menagem, diz-nos que a construção do castelo no dia 1 de Março de 1160, logo no ano seguinte aos Templários terem chegado a Ceras.
Mas como chegou D, Gualdim até este local?
Um documento de 1317, ou seja 157 anos depois dos acontecimentos, é a fonte mais antiga que nos conta esta história. Aí está escrito que Gil Esteves, «depois de ter jurado, sobre os Evangelhos, dizer a verdade», disse que ouvira dizer a seu avô, Martim Tinoca, o que ele também já lhe tinha contado um tal D. Mendo, ainda mais velho:
Um besteiro foi ter com D. Gualdim e contou-lhe que, enquanto andava a caçar, tinha encontrado um lugar onde havia um povoado antigo e abandonado. O Mestre veio então ver o sítio, junto ao Nabão, onde estavam as ruínas da cidade de Sellium com a sua ponte romana.
Domingos Paes Roussado também foi ouvido pelo oficial encarregue, por D. Diniz, de fazer estaDisse e jurou que ouvira contar a muitos homens-bons antigos que D. Gualdim mandou sortear entre três montes, para escolher em qual se iria construir a nova fortaleza dos Templários. Por três vezes foram lançadas as sortes e por três vezes a sorte escolheu o monte onde está o castelo.
Escolhido o local, alguns dos companheiros de D. Gualdim seguiram para lá. Ele ficou para trás, certamente a explorar as margens do rio e a descobrir as ruínas abandonadas de Sellium.
Quando o Mestre dos Templários começou a subir o monte, ouviu os gritos dos seus homens:
« Toma-lo! Toma-lo!»
Encontrados os companheiros, percebeu o motivo de toda aquela confusão. Um javali! Os gritos dos homens, enquanto persseguiam o animal, queriam dizer: apanha-o, agarra-o.
Quando D. Gualdim chegou e viu o javali, já morto, decidiu que Tomar seria o nome do castelo e do povoado que iriam fundar. A palavra «tomar» também tinha, e ainda tem, o sentido de conquista. Conquistar ou tomar um castelo ou uma cidade, por exemplo.
Esta inquirição, de 1317, não é a única memória da fundação de Tomar. Na igreja de S. João Baptista a história é contada em imagens, por duas vezes: no século XV, em «fotografia»; em «filme» no século XVI.
Tal como hoje, a imagem tinha um papel muito importante na comunicação. Nesse tempo a maior parte da população era analfabeta, não sabendo decifrar mensagens escritas.




 O CORTE DE ÁRVORES MAIS VELHAS, QUE NÃO MOSTRAM ESTAR CARCOMIDAS  POR ALGUMA PRAGA!!!


                                              UM GRANDE PÉ VISIVELMENTE SÃO!!!

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