segunda-feira, 3 de junho de 2013

CORUCHE............PELOS CAMINHOS DO RIBATEJO

 SÓ NO MEU ÚNICO DIA DE FOLGA CONSIGO PASSEAR, CONSIGO CHEGAR A ALGUNS LOCAIS QUE GOSTO DE REVER, E QUE PELA DISTANCIA DO TEMPO ESTÃO MUITO DIFERENTES HOJE.
PASSAVA A CORUCHE AO LONGO DOS ANOS SÓ DE PASSAGEM PELA ESTRADA NACIONAL, A SEMANA PASSADA RESOLVI IR DE PROPÓSITO PARA FOTOGRAFAR, E PODER COLOCAR AQUI NOS MEUS CAMINHOS DO RIBATEJO ESTA LINDA VILA RIBATEJANA QUE BEM MERECE SER DIVULGADA.



SAÍMOS DE LISBOA RUMO A CORUCHE E, CONFESSO QUE NÃO CONHECIA ESTE CAMINHO, NEM TÃO POUCO A DISTANCIA A QUE FICAVA DE LISBOA E CONFESSO, PENSEI QUE FOSSE MAIS PERTO.
GOSTEI DO CAMINHO DE GRANDES RETAS, PELO MEIO DE SOBREIROS COMO JÁ SE VÊ NESTA FOTO.
UNS KM MAIS ADIANTE COMEÇA JÁ A APARECER GRANDES LAGOS OS GRANDES CURSOS DE ÁGUA QUE CIRCUNDAM CORUCHE.







JÁ BEM PERTO DA VILA A PAISAGEM VAI MUDANDO, AS SEARAS JÁ SE MOSTRAM PELOS CAMPOS.

 OS PASTOS JÁ CORTADOS E DEVIDAMENTE MOLDADOS PARA RECOLHA ÁS QUINTAS.


APROXIMA-MO-NOS DA VILA

AQUI ESTÁ A PRIMEIRA PONTE DE UMAS QUATRO CREIO QUE NOS DEIXAM ENTRAR NA VILA.
A ÚNICA CHATICE FOI TERMOS DE SEGUIR SEMPRE COM ESTE CAMIÃO NA FRENTE. 



MAIS CAMPOS CULTIVADOS ONDE O VERDE JÁ SE VISLUMBRA.

AQUI ESTÁ OUTRA PONTE
A VILA JÁ NOS ESPREITA DE PERTO



OUTRA PONTE NOS ESPERA

E A VILA ALI MAIS PERTO


CAMPOS VERDES E O RIO SORAIA

Rio Sorraia

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Sorraia
Comprimento 155 km
Nascente Couço
Foz Tejo, Alcochete
Área da bacia 7730 km²
País(es)  Portugal
O rio Sorraia é um rio do Ribatejo que nasce na freguesia do Couço e resulta da junção de duas ribeiras, a ribeira de Sor e a ribeira de Raia.
É o afluente português do Tejo com maior bacia hidrográfica (7730 Km2).1 recebendo várias ribeiras ao longo do seu curso, sendo as principais as ribeiras de Erra, de Divor e de Juliano, e, junto a Porto Alto, recebe o rio Almansor.
Teve ao longo dos tempos um papel vital para a região e, segundo registos históricos, já romanos e árabes aqui se fixaram, usufruindo dele no campo agrícola e como meio de comunicação, para exportar os produtos cultivados nas férteis terras do Vale do Sorraia, onde desenvolveram engenhosos sistemas de irrigação que chegaram aos nossos dias.
Passa nas vilas de Coruche e de Benavente e desagua no Rio Tejo na Ponta da Erva, próximo de Alcochete após percorrer cerca de 155 quilómetros.1 Era até ao início do século XX navegável, tendo conhecido um significativo tráfego fluvial de escoamento de produtos agrícolas e florestais, nomeadamente cortiça, madeiras e cereais.
Na segunda metade do século XX foi posto em acção o Plano de Irrigação do Vale do Sorraia, através da construção das Barragens de Montargil e Maranhão, conjuntamente com o Canal do Sorraia, visou um melhor aproveitamento dos recursos hídricos, para potenciar o rendimento agrícola da região, propósito que foi alcançado.


CHEGAMOS Á ÚLTIMA PONTE E O DITO CAMIÃO NA NOSSA FRENTE, ENTRAMOS AGORA EM CORUCHE, A NOSSA ENTRADA NA VILA.

E PODEM CRER.......NÓS ÍAMOS VIRAR Á DIREITA, LADO NORTE DA VILA E...... LÁ VIROU IGUALMENTE O CAMIÃO. 

 
BOM ESTACIONAMENTO

 PRAÇA DE TOUROS E,,,,,,, UM LINDO PARQUE DE LAZER NA MARGEM DO RIO











 AS IMAGENS QUE VOS DEIXO ILUSTRA E MOSTRAM MAIS DO QUE MUITAS PALAVRAS.






















DEIXO AQUI  AGORA, MAIS UM PEDACINHO DO MEU PASSEIO, VOU CONTINUAR COM A MINHA PARTILHA PARA MOSTRAR O QUE DE MAIS BELO TEM ESTA LINDA VILA RIBATEJANA!!!

quinta-feira, 30 de maio de 2013

CORUCHE SANTUÁRIO DE NOSSA SENHORA DO CASTELO

Ermida de Nossa Senhora do Castelo

Locais de Interesse

http://www.corucheinspiraturismo.pt/home/home.aspx

No monte sobranceiro à vila ergue-se esta ermida da invocação de Nossa Senhora do Castelo no local onde, outrora, se levantava um castelo que foi cenário de frequentes escaramuças entre muçulmanos e cristãos, aquando da Reconquista.

Do miradouro avista-se um deslumbrante panorama sobre a várzea, numa planície a perder de vista, onde os campos do Sorraia se desdobram em tons de verde e oiro até à linha do horizonte. A ermida, segundo a tradição, foi fundada por D. Afonso Henriques, conservando-se nela um retrato deste rei. Sofreu, ao longo dos anos, várias restaurações, apresentando-se hoje, airosa e atraente, com o seu pequeno templo e torre debruados a azul-ferrete, próprio da região.

VIDA DEPOIS DOS TEMPOS

Esta vida que se vive
Contando e descontando os tempos
É vida mais de ilusão, de confusão
De perda parcial de sentimentos.
Mas nela eu quero agarrar,
Quero sentir e guardar
Dentro do meu coração

Não a ilusão...Mas a verdade


Diz a lenda que, alguns anos após a reedificação do santuário dedicado a Nossa Senhora do Castelo, a povoação de Benavente, sentindo-se em perigo perante o avanço de alguma algara moura, enviou a Coruche uma comissão a pedir a imagem da Senhora do Castelo, pois acreditavam que assim seriam protegidos e defendidos. Perante o perigo, os coruchenses acederam. Passado o ataque, em que os inimigos foram desbaratados por completo, nada de devolver a imagem ao seu pequeno santuário. Os coruchenses reclamaram. Nada. O senado da Câmara enviou um representante ao senado de Benavente. Voltam sem ter conseguido o que pretendiam. Mas, ao regressar, quando já se aproximavam da linha divisória dos dois concelhos, algo se lhes depara: a imagem de Nossa Senhora do Castelo ali estava, mesmo sobre a linha divisória, mas voltada para Coruche. Era para ali que queria ir.








 No adro, em frente da porta da entrada virada para sul, na calçada, está escrito em letras de pedra negra: «Concluída em XXV (aqui quase ilegível) de Julho de MDCCCLVI com os generosos donativos dos habitantes desta villa – Directores J.A.B. e F.M.C.O.» A capela é muito comprida e pouco larga, de uma só nave, com púlpito em pedra e arco do cruzeiro em mármore rosa. Ocupando uma parede, o altar-mor, todo de talha dourada, ladeado das figuras de São José e São Pedro tem, acima do sacrário, a imagem de Nossa Senhora com o Menino de pé, sobre um trono simples. O teto da capela, em abóbada, está ornamentado com várias pinturas religiosas, destacando-se a da capela-mor que representa a «Coroação de Nossa Senhora» a flutuar rodeada de anjos. Pendente do teto da nave pode ver-se um antigo lustre de cristal.






Quero que estas palavras
Que vão ser a minha imagem
E retratam a minha alma
A possam transportar, ao imortal
A uma existência invisível
A um permanecer aqui
Depois da derradeira viagem


UMA DAS ESCADAS QUE NOS PODEM LEVAR ATÉ AO CENTRO DA VILA.


A ESTRELA uma rosa dos ventos (estrela de oito pontas: 4 maiores ou cardeais, 4 menores ou colaterais) 



Eu quero deixar algo de meu
Que seja mais forte
Que o meu tempo nos tempos.
Que se ouça o eco,
Nas nuvens no céu.
Grito de uma vida
Feita de momentos,
Vida que fique viva
Depois do passar dos tempos.



POEMA DE LÍDIA FRADE







 NASCER VIVER CRESCER

Um tronco uma árvore
Ramada com flor
Família nascida
Em terra de amor.
Amor que dá frutos
Crescer de verdade
Laço que perdura
Para a eternidade.



                                                          Ao tronco, segura
Com força de vida
Braços de ternura
Pedindo guarida.
Firme proteção
Em seiva de amor
Vem do coração
É pai protetor
É mãe de raiz
É luz dia a dia
Deus assim o quis
Passo de magia
Criação divina
Num sopro de Deus
Amor de verdade
Com bênção dos Céus.

Lídia Frade




PELOS CAMINHOS DO RIBATEJO, DESTA VEZ FOMOS CONHECER MELHOR CORUCHE,
COMO MELHOR PONTO DE REFERÊNCIA MIRADOURO DE NOSSA SENHORA DO CASTELO COM VISTAS SOBERBAS E SUA HISTÓRIA, IREI CONTINUAR COM A MINHA REPORTAGEM, COMECEI AQUI MAS TENHO MUITO MAIS, VENHAM VER AS PRÓXIMAS POSTAGENS VAI VALER A PENA! 















SAÍDA DO PARQUE NO SANTUÁRIO